Hipertensão Arterial – MIOCÁRDIO

hipertensaoA hipertensão ocorre, basicamente, por dois tipos de conflito: pelo MIOCÁRDIO DIREITO ou pelo PARÊNQUIMA GLOMERULAR RENAL. Hoje veremos o primeiro caso.

O miocárdio direito é o músculo cardíaco responsável pela troca de sangue com os pulmões, a chamada “pequena circulação“. Já o miocárdio esquerdo troca sangue com o resto do corpo, o que é conhecido como “grande circulação“.

Quando há um conflito no miocárdio direito, o que causa necrose do músculo em fase ativa, a pequena circulação perde força, fazendo com que o sangue não flua totalmente para os pulmões, ficando acumulado nas artérias pulmonares. Porém, o miocárdio direito continua a funcionar sem alteração, bombeando o sangue para o corpo com força normal. O sangue que fica preso nas artérias por não conseguir “escoar” para os pulmões é o que gera o aumento da pressão sanguínea.

Na fase de cura o miocárdio é restaurado e fortalecido, voltando a operar normalmente. Só que precisamos levar um detalhe importante em consideração: a epicrise ou crise epileptoide, que ocorre no meio da fase de cura. De forma simples, a epicrise é uma crise simpaticotônica, mais intensa e mais curta que a fase ativa do conflito, o que significa que aquilo que o corpo apresentou na fase ativa aparecerá de forma mais forte nessa fase. E é justamente aqui que surge a hipertensão arterial decorrente do miocárdio direito: como a necrose do miocárdio na epicrise é mais intensa do que em fase ativa, o aumento da pressão também será maior.

hipertensao 2O conflito do miocárdio é uma sobrecarga, sentir-se constantemente pressionado ou sobrecarregado, “eu não aguento mais tanta pressão!”, etc. Por ser um conflito que se estende por algum tempo, é comum que a pessoa oscile entre fase ativa e fase de cura, o que explica o fato de a hipertensão também oscilar, já que surge durante as epicrises constantes que o indivíduo passa por entrar e sair do conflito o tempo todo.

Vale a pena citar que, durante a fase ativa de qualquer conflito, ocorre um leve aumento de pressão arterial devido à vasoconstrição. Porém, trata-se de um aumento insignificante do ponto de vista “patológico”, isto é, não é considerado hipertensão.

No post de amanhã veremos a hipertensão arterial causada pelo conflito do parênquima glomerular renal, portanto, fique ligado no blog, curta minha fanpage e inscreva-se no meu canal no YouTube! Clique aqui para saber sobre a hipertensão decorrente do parênquima glomerular renal.

Yuri Alexander – Terapeuta
(45) 99997-0808
(45) 3038-1101 – Unoclin Terapias
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