OSTEOSSARCOMA (Tumor ósseo)

osteossarcoma

Para entendermos o processo que gera um aumento de massa óssea, considerado tradicionalmente como osteossarcoma ou câncer ósseo (que do ponto de vista da Reprogramação Biológica não está correto), precisamos entender os conflitos que afetam ossos e como essas estruturas respondem nesse caso.

Os ossos, assim como músculos, tendões e vasos sanguíneos, são formados pelo tecido chamado mesoderma novo. Esse tecido responde a conflitos de autodesvalorização.

Quando os ossos são afetados pelo conflito, nós percebemos uma autodesvalorização mais grave, mais intensa que nos demais tecidos. Essa intensidade do conflito é o que vai determinar se os sintomas afetarão músculos, tendões, ossos etc.

Durante a fase ativa, ocorre uma necrose ou perda de massa, o que é conhecido como osteopenia ou osteoporose. Quanto mais tempo a pessoa fica com o conflito ativo, mais fraco e oco se torna o osso, aumentando as chances de fratura em caso de esforço ou impacto.

Já na fase de cura ocorre a recuperação óssea através de uma proliferação celular. É esse processo que é conhecido como osteossarcoma ou tumor ósseo. Na verdade, nada mais é do que uma regeneração natural por um processo de cura de um conflito de autodesvalorização envolvendo o osso.

Um exemplo muito interessante foi o caso do Anderson Silva. Quase todos acompanharam o que aconteceu com Anderson, quando ele perdeu a luta para Chris Weidman e, posteriormente, quebrou a perna. Tínhamos um campeão mundial, uma lenda do UFC respeitada no mundo todo, e que nunca sequer era ferido em suas lutas. Então surge um lutador, até então desconhecido, para disputar o cinturão. Como era característica de Anderson Silva, ele começa a luta com suas brincadeiras e, em um momento de deslise, Weidman o acerta com um golpe e vence a luta por nocaute.

Qual você acha que foi o sentimento do Anderson nesse momento, ao perder a luta dessa forma? Certamente uma autodesvalorização tremenda! Então, nos próximos meses até sua revanche, ele se manteve em um conflito ativo perdendo massa óssea, nutrindo a sensação de não ter sido bom o suficiente como ele e sua torcida esperavam. Então, chega o dia da revanche… Anderson começa o primeiro round levando uma surra, aumentando ainda mais sua autodesvalorização, até que, no segundo round, ao chutar seu oponente com a perna esquerda, acontece o evento trágico: Anderson quebra sua perna “como se estivesse oca”.

Quantos chutes ele já não havia dado daquela forma sem ter sofrido uma fratura do tipo? Acontece que, naquele momento, ele estava sofrendo uma osteopenia forte e, como isso não gera sintomas por si só, a fratura somente ocorreu após o impacto. E, mais interessante ainda, foi o que aconteceu depois. Na entrevista, Anderson Silva disse o seguinte: “Eu não perdi a luta, só quebrei a perna”. O que isso significa? Para o corpo, o sentido biológico de ele ter quebrado a perna foi uma forma de fazê-lo sair do conflito, pois, se ele não perdeu a luta, não tinha por que continuar com se sentindo autodesvalorizado.

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Yuri Alexander – Terapeuta
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