Intolerância a Lactose (ou alergia ao leite)

Sempre que alguém tem intolerância a algum tipo de alimento, eu gosto de fazer uma pergunta simples, mas que faz a pessoa refletir: “Você conhece alguém que come ou toma isso e que não sofre qualquer efeito colateral?”
Pode parecer bobo, mas muitas pessoas nunca se perguntaram por que elas têm esse tipo de reação. Normalmente, elas aprendem que o problema é o alimento, que é ele que faz mal… porém, se isso fosse verdade, todos que o ingerissem teriam o mesmo resultado.

Ocorre que nunca é o alimento o problema, e sim a quê ele está relacionado, o que ele faz lembrar, o que ele traz à tona quando a pessoa se submete ao seu estímulo.
Um exemplo clássico: imagine uma pessoa que está comendo camarão na praia, e recebe um telefonema com a notícia de que sua mãe acaba de falecer em um acidente. Isso é um choque com forte impacto emocional, e sempre que passamos por algo desse tipo, nosso cérebro associa todos os estímulos sensoriais externos – como sabores, cheiros, temperaturas, lugares, sons – ao evento emocionalmente forte. É como se, a partir de então, esses estímulos se tornassem sinais de alerta, de perigo. Então, sempre que a pessoa comer o camarão, seu corpo vai responder como se ela estivesse passando pelo choque inicial – a morte da mãe.
Quando falamos do leite, a situação é a mesma. O que o leite faz lembrar? Que choque ou trauma ele traz quando ingerido pela pessoa? Normalmente, quando a pessoa sofre dessa intolerância desde muito cedo, o trauma está relacionado à mãe, pois o leite foi o seu primeiro alimento e veio da mãe.

Por exemplo, se durante a amamentação a mãe sofreu algum choque, como alguma notícia dramática, ou vivia em conflito com o marido, a criança percebe tudo isso. E adivinha o que fica relacionado a essa percepção? Exatamente: o leite.
Pode acontecer também de a mãe não poder ou não querer amamentar, ou ainda de a pessoa sofrer algum choque em algum momento da vida onde o leite está presente como estímulo externo – assim como no exemplo do camarão.
Esses casos são conhecidos como releituras de conflito.
E ainda, no caso da Lactose, a intolerância pode ser uma dinâmica de lealdade à mãe que também não foi aleitada, como se a criança estivesse dizendo: “Mamãe, como você não recebeu o leite materno, eu também me fecho a ele”.
Se essas informações fizeram sentido para você, entre em contato comigo e agende um atendimento. Saiba que a Reprogramação Biológica pode ajudar você a resolver seu problema… mesmo nos casos em que lhe contaram que não existe cura.
Yuri Alexander – Terapeuta

(45) 9 9997-0808

(45) 3038-1101 – Unoclin Terapias

terapeutayuri@gmail.com

http://www.terapeutayuri.com

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