INFERTILIDADE

Existem 2 tipos de infertilidade: a FUNCIONAL e a ESTRUTURAL.

Infertilidade Funcional é quando não há qualquer alteração física com o corpo da mulher e seu sistema reprodutor. Seus ovários, útero, trompas, hormônios, tudo está funcionando normalmente mas, por alguma razão, ela não consegue engravidar.

Já a Infertilidade Estrutural é quando há algum tipo de disfunção física com o sistema reprodutor da mulher, normalmente devido a algum conflito biológico, o que dificulta ou impede a reprodução.

Posso afirmar, com base em minha experiência com atendimentos e de outros colegas, que a maioria dos diagnósticos de infertilidade são do primeiro tipo, ou seja, funcional.

E aí há muitas coisas a serem investigadas. Uma delas é a relação do casal. Não deveria ser novidade, mas um filho vem da relação de 2 pessoas… isso mesmo! E, no entanto, é muito comum que as mulheres venham a uma consulta sozinhas, sem o marido. A primeira coisa que eu pergunto é: “Você está tentando ter esse filho sozinha?”. Aí ela responde espantada que não. “Então, onde está o seu marido?”… Isso gera um choque, mas deveria ser óbvio. Por alguma razão, parece que a primeira dedução das mulheres é que o problema é com elas… e frequentemente não é!

Ainda falando na relação do casal, precisamos saber como está a entrega, o nível e a qualidade do contato, do sexo, do desejo. Casais que perdem o interesse e a paixão um pelo outro terão mais dificuldades para gerar um filho do que aqueles que estão no ápice da relação, no pico do desejo e do amor. Após alguns anos (infelizmente isso ainda é comum) o casal vai “se acostumando” e a relação esfria, o que complica as coisas.

Uma outra coisa extremamente comum nas infertilidades são mulheres com memórias traumáticas sobre ser mulher ou mãe. Mulheres que viram sua mãe sofrer nas mãos do marido, ou que ouviram a mãe repetir o quanto ter filhos é difícil e desafiador, podem gerar um bloqueio e ter dificuldades para engravidar. Isso sem mencionar traumas profundos, como abusos sexuais e abortos provocados.

Enfim, há muitas possibilidades, tanto biológicas quanto sistêmicas, além de reflexos dos aprendizados e das memórias vividas pela mulher. Mas o fato é que nenhuma mulher precisa nem merece “aceitar” o fato de não poder ser mãe. Procurar entender e resolver é o melhor caminho, e a Reprogramação Biológica® é um método fantástico para chegar lá!

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