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Papai, mamãe, muito obrigado!

papai mamãeSomos todos vítimas de outras vítimas. Tendemos a julgar e apontar o dedo para nossos pais por tudo aquilo que foram ou deixaram de ser, que nos deram ou deixaram de nos dar, como se junto com a vida viesse o direito adquirido de termos todas as nossas necessidades e vontades satisfeitas por eles.

Isso porque aprendemos a idealizar pais perfeitos, super-heróis, imbatíveis… mas, na prática, demoramos a descobrir que eles também são seres humanos. E, pior, muitas vezes descobrimos que não são lá humanos dos mais exemplares. Tudo isso complica demais nossa vida…

É interessante, porém, perceber que nossos pais também foram crianças um dia; também tiveram (ou não) os seus próprios pais; viveram bons e maus momentos e aprenderam coisas. Enfim, talvez devamos notar que eles também tinham uma vida antes de chegarmos ao mundo.

E se os seus pais não sabiam amar a si mesmos, provavelmente porque não aprenderam isso com seus próprios pais, parece que seria impossível a eles ensinarem a você como se amar… seria impossível para eles lhe darem o que jamais conheceram.

O problema é que, na maioria das vezes, a imagem que passavam era de força, proteção, coragem, o que nos impedia de notar as suas dores, fraquezas e frustrações…

Esteja certo, no entanto, de que eles fizeram o melhor que podiam com aquilo que tinham, com o que lhes foi ensinado. E, se for possível e se você quiser compreendê-los melhor, peça-lhes para falarem sobre sua infância, seus pais e sua vida antes de você. Tenho certeza de que poucos minutos escutando o farão entender muita coisa sobre sua própria vida, seus medos e padrões limitantes.

INFERTILIDADE

Existem 2 tipos de infertilidade: a FUNCIONAL e a ESTRUTURAL.

Infertilidade Funcional é quando não há qualquer alteração física com o corpo da mulher e seu sistema reprodutor. Seus ovários, útero, trompas, hormônios, tudo está funcionando normalmente mas, por alguma razão, ela não consegue engravidar.

Já a Infertilidade Estrutural é quando há algum tipo de disfunção física com o sistema reprodutor da mulher, normalmente devido a algum conflito biológico, o que dificulta ou impede a reprodução.

Posso afirmar, com base em minha experiência com atendimentos e de outros colegas, que a maioria dos diagnósticos de infertilidade são do primeiro tipo, ou seja, funcional.

E aí há muitas coisas a serem investigadas. Uma delas é a relação do casal. Não deveria ser novidade, mas um filho vem da relação de 2 pessoas… isso mesmo! E, no entanto, é muito comum que as mulheres venham a uma consulta sozinhas, sem o marido. A primeira coisa que eu pergunto é: “Você está tentando ter esse filho sozinha?”. Aí ela responde espantada que não. “Então, onde está o seu marido?”… Isso gera um choque, mas deveria ser óbvio. Por alguma razão, parece que a primeira dedução das mulheres é que o problema é com elas… e frequentemente não é!

Ainda falando na relação do casal, precisamos saber como está a entrega, o nível e a qualidade do contato, do sexo, do desejo. Casais que perdem o interesse e a paixão um pelo outro terão mais dificuldades para gerar um filho do que aqueles que estão no ápice da relação, no pico do desejo e do amor. Após alguns anos (infelizmente isso ainda é comum) o casal vai “se acostumando” e a relação esfria, o que complica as coisas.

Uma outra coisa extremamente comum nas infertilidades são mulheres com memórias traumáticas sobre ser mulher ou mãe. Mulheres que viram sua mãe sofrer nas mãos do marido, ou que ouviram a mãe repetir o quanto ter filhos é difícil e desafiador, podem gerar um bloqueio e ter dificuldades para engravidar. Isso sem mencionar traumas profundos, como abusos sexuais e abortos provocados.

Enfim, há muitas possibilidades, tanto biológicas quanto sistêmicas, além de reflexos dos aprendizados e das memórias vividas pela mulher. Mas o fato é que nenhuma mulher precisa nem merece “aceitar” o fato de não poder ser mãe. Procurar entender e resolver é o melhor caminho, e a Reprogramação Biológica® é um método fantástico para chegar lá!

11ª área da vida sistêmica: ESPIRITUAL

Quando falamos em área “espiritual”, pode ser que você pense em religião. Bom, não tem a ver exatamente com isso, ou seja, não estamos nos referindo ao quanto você vai à igreja, quanto doa como dízimo ou se concluiu a crisma ou a primeira comunhão. A área espiritual tem mais a ver com religiosidade do que religião.

Isso significa, por exemplo, que mesmo um ateu pode desenvolver a área espiritual. Não se trata de acreditar em um deus “x” ou “y” criado por alguma instituição, mas sim do sentimento verdadeiro de que existe uma força maior do que nós, de que há algo além da banalidade material da vida como conhecemos, de que estamos aqui por um propósito, para fazermos o bem e evoluirmos em todos os sentidos.

Espiritualidade, para mim, é contemplação, é presença, é gratidão. É enxergar bênçãos em um pôr-do-sol, no nascer de uma criança, no olhar de um cão, nas cores das asas de uma borboleta… é dedicar um tempo a fechar os olhos e meditar – ou o nome que você quiser dar ao ato de esvaziar a mente e sentir sua vida intensamente.

Enfim, independentemente do rótulo que você se atribui, da instituição que você segue ou deixa de seguir, dedique tempo a sentir-se vivo, a estar presente, a contemplar a vida e experimentá-la como a enorme bênção que é.

Agora que você fez uma análise das 11 áreas da sua vida, e de como estabelecer metas e objetivos neurologicamente corretos, que nota de 0 a 10 você atribui a cada área? Sinceramente, o que você vai fazer de diferente para harmonizar TODAS elas e se colocar na estrada que o levará a conquistar mais? A hora certa de agir é sempre AGORA, nem um segundo antes, nem um segundo depois.

Um grande abraço!

Yuri Alexander
(45) 9 9997-0808
(45) 3038-1101 – Unoclin Terapias
terapeutayuri@gmail.com
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YouTube: Terapeuta Yuri Alexander

10ª área da vida sistêmica: SOCIAL

A área chamada de “Social”, como você deve ter presumido, diz respeito ao seu relacionamento com seus amigos e colegas, aos seus hobbies e atividades de lazer.

Não importa o que você faça da vida, qual sua profissão, qual o seu cargo na empresa, quantos filhos tem… é essencial para uma vida plena e equilibrada que você tenha um tempo para si mesmo, para fazer o que gosta, sair com os amigos, conversar, se relacionar com pessoas que lhe fazem bem.

E tão importante quanto fazer tudo isso é a qualidade das suas relações sociais. As pessoas do seu entorno, da sua convivência, devem estar alinhadas com os seus objetivos, com seu propósito, com quem você deseja se tornar. Não estou sugerindo que você pense ser o centro do universo, ou que as pessoas devam servi-lo acima de tudo… Mas sim que você seja diligente ao selecionar suas amizades e as pessoas com quem convive, pois você será influenciado por cada uma delas, em um processo conhecido como “Contágio Social”.

Se você quer se tornar inteligente e anda com pessoas que só assistem TV e fazem festa, pode falhar miseravelmente… se quer ser bem sucedido e seus amigos mais próximos são acomodados e só querem saber de balada, mesma coisa… se quer ser rico e conquistar liberdade financeira, mas ao seu lado estão pessoas que gastam mais do que ganham e buscam o prazer imediato, mesmo que o preço por isso seja um futuro doloroso e de escassez … isso não vai aproximá-lo da vida que deseja construir.

Duas coisas são importantes aqui: a qualidade das pessoas com quem você mais se relaciona e a qualidade do seu relacionamento com elas. Cuide e zele para que você tenha sempre bons amigos, e para que eles queiram estar perto de você.

Yuri Alexander
(45) 9 9997-0808
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9ª área da vida sistêmica: FILHOS

Se você tem filhos, então sabe exatamente por que razão eles integram uma das 11 áreas da vida sistêmica. Na oitava área, a conjugal, falamos sobre como evoluímos mais e melhor ao lado de quem amamos. E, se em uma relação de casal aprendemos e melhoramos habilidades que nos tornam seres humanos melhores, imagine só o que a experiência de pai e mãe traz!

Um filho, além de ser sangue do nosso sangue, além de representar a continuidade dos nossos genes e da nossa história, nos ensina mais sobre a vida do que qualquer livro que possamos ler, qualquer curso que possamos fazer, qualquer experiência que possamos ter.

Baseado nisso, como é a sua relação com seus filhos? É próxima? É amorosa? É saudável? Seus filhos sentem sua falta quando não está presente? Comemoram sua chegada? Você os ajuda na lição de casa? Você é motivo de orgulho para os seus filhos? Você os abraça e beija todos os dias?

E, claro, pode ser que você ainda não tenha filhos. A minha pergunta a você é: por quê? Como você se sente em relação a não ter filhos? É porque acha que ainda não é o momento e tem outros planos a realizar? Ou é porque acredita que filhos são chatos, incomodam e só dão trabalho? Talvez porque tenha ouvido sua mãe lhe dizer isso a vida toda… o fato é que não precisa ser assim para sempre.

Independente de você ter ou não ter filhos, reflita consigo mesmo: o que a relação entre pais e filhos significa pra você, e que sentimentos faz surgir? Essa resposta pode explicar muitas coisas sobre a vida que você leva hoje. 😉

Um grande abraço.

Yuri Alexander
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